COMPARTILHE

Através de sua nova sede,  a Associação Comunitária de Mulheres de João Barro conta com uma oficina de corte e costura que reúne algumas poucas mulheres que tem o desejo de aprender uma das profissões que tem gerado bastante emprego e renda – a costura.  O corte e costura é fonte de renda para muitas famílias daquela comunidade. Elas dividem seu tempo entre a rotina doméstica, outro trabalho e a costura para complementar e reforçar o orçamento no final do mês.

A presidente da Associação, Teonila Santiago da Cruz, informa que as mulheres que fazem o curso na instituição, vão aos poucos conquistando clientes e até já produziram uniformes para uma escola da comunidade em que vivem. A presidente informa também que elas já tem em vista outras propostas de escolas. Já produziram também aventais e jalecos encomendados por um cliente. A expectativa é que este trabalho dobre de volume.

Uma das costureiras do projeto trabalha durante todo o dia e à noite vai à Associação para trabalhar na costura. Outra, deixa os filhos com a mãe no período da tarde e vai para a sede costurar. Elas conseguem arrecadar até R$ 100 por cada trabalho diário, o que reforça o orçamento no final do mês. Mesmo que ainda seja um valor pequeno, as costureiras não desanimam e acreditam que a tendência é o crescimento da demanda. Muitas consideram a costura não apenas como meio de vida, mas também algo que pode ser prazeiroso e até divertido.

Os projetos desenvolvidos por Furnas na comunidade João Carro são feitos em parceria com o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). A pedagoga do instituto diz que a construção da sede foi feita em aproximadamente dois anos. “A construção do prédio da associação começou do zero e aqui vai funcionar também a Associação de Moradores.  Ainda restam fazer alguns ajustes, mas que já é um avanço considerável para a comunidade.